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sábado, fevereiro 06, 2010

Surda realidade


Morte certa

Guerra em vida

Tal duelo interminável

Eu quero ser eterna

Que me perdoe a autoridade divina

Eu quero ver o ventre da lua

Que emana paz, tranquilidade

Nunca um ser comum, devorado em vida

Comemos tudo, até que um dia devoram-nos

Nada mais somos, senão um saco de ossos

Nenhuma fortuna impedirá a destruição da carne

Somos cobaias da experimentação

Seguidores ingênuos e tolos

Jamais entendemos os princípios

A vaidade é somente vaidade

Pelos valores, agredimos e matamos

O sentido é inerente à nódoa do mal

Mal de ser e não admitir

Nada precioso, somos mundanos demais

A sabedoria, o conhecimento, perderam-se

Esvaíram-se no espaço

Sacos de ossos perdidos num deserto mundano

Nenhuma importância à carne

Se jogada à podridão de seu destino

Incapazes de suportar a dor

Incapazes de recusar os valores

Somos atores de papel

Onde o palco é a vida

E o fim da peça é a morte inesperada.

Um comentário:

  1. Mas o que é o homem?O homem não pode ser apenas um amontoado de pedras ou, uma fera selvagem.O homem deve ser composto de amor, bondade, compreensão, sensibilidade, alegria, respeito...

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As palavras são mágicas,
Com elas, o pranto
Um sorriso de imensa alegria,
Ou mesmo a totaL DESAPROVAÇÃO